Salve um amigo dessa desgraça! (Falsos Remédios)
PILULA YASMIN
Antes de mais nada, o que é Família?
É um conjunto de pessoas aparentadas que vivem em geral na mesma casa, sendo normalmente formada por pai, mãe e filhos, mas a estrutura familiar atual não é mais a mesma, que era de família nuclear. Hoje, Família pode ser definida como pessoas que moram juntas, com ou sem vínculo de consaguinidade, mas com vínculos de afetividade, respeito e cooperação.
O que é a Co-dependência?
É uma doença emocional que afeta os membros da família do adicto, onde um vive em função do outro, e é resultante da exposição prolongada do individuo a regras opressivas que o impeçam de expressar abertamente seus sentimentos ou discutir problemas pessoais e interpessoais.
É uma doença:
PRIMARIA: porque dá origem a outras doenças. Abala a resistência emocional e fíica do individuo, permitindo a entrada de doenças oportunistas, que normalmente seriam rechaçadas.
PROGRESSIVA: porque se instala lentamente e vai levando o familiar a total perda de controle sobre suas emoções e comportamentos.
FATAL: porque pode levar o familiar a um estado de profunda depressão e até ao suicidio, se não for tratada.
CARACTERÍSTICAS:obsessão pelo controle do comportamento do outro. O co-dependente, tem a ilusão de controlar seus sentimentos interiores através do controle das pessoas, coisas e acontecimentos exteriores.
EFEITOS: para acomodar o dependente químico ou o alcoólatra na família, os familiares ajustam suas vidas inteiras, às necessidade do dependente. Os co-dependentes podem se tornar compulsivos por dinheiro, comida, sexo, trabalho, jogos, álcool, drogas(anti-depressivos), na tentativa de preencher o grande vazio que sentem por dentro.
Características do Familiar Co-dependente
• Possui necessidade de ajudar o outro (como uma forma de recompensa para si, na busca de reconhecimento por seus atos);
• Preocupa-se até a exaustão com os outros;
• Tenta ajudar de formas que não ajudam;
• Diz "sim" quando quer dizer "não";
• Quer que os outros façam as coisas da sua maneira;
• Faz de tudo para evitar ferir os sentimentos alheios e, fazendo isto, acabar se ferindo;
• Sente medo de confiar nos próprios sentimentos;
• Acredita em mentiras e depois sente-se traído(a)
• Deseja vingar-se dos outros e puni-los.
•
O que o co-dependente consegue com estas atitudes?
Protelar. Pois possíveis pedidos de ajuda por parte do dependente para iniciar um tratamento ou internação vão sendo adiados, adiados ...
E quando o dependente já está em tratamento, é mais freqüênte a possibilidade de recaídas e abandonos, pois com as emoções doentias de seus familiares, ele não aprende a ser responsável por suas atitudes, pois tem quem seja por ele!
O que o co-dependente deve fazer?
Procurar ajuda. É comum neste momento o co-dependente indagar: ele se droga e eu é que vou buscar ajuda? Mas é preciso saber que se trata de uma doença BIOPSICOSOCIAL e como tal deve ser tratada. É necessário ter coragem para colocar LIMITES naquilo que lhe é permitido aceitar. O limite é em si próprio, e não somente no dependente químico. Tem que ser interrompido o círculo vicioso: usa droga, a família encobre, fica se sentindo mal, e ele volta a usar drogas porque sabe que irão novamente encobrir.
A família que não passa por terapia de família ou aconselhamento familiar onde aprendem a lidar com a dependência química e com a co-dependência, normalmente não obtém sucesso para que o dependente consiga o auxílio familiar que tanto precisa.
No Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 de 2006, a melhor notícia do ano: pela 1a. vez no país, não houve propaganda do fumo no circo.
fotos Kerin Okten/efe e Vanderlei Almeida/afp
Na despedida de Schumacher, nada da marca Marlboro em seu uniforme ou no do vencedor Felipe Massa. Uma vitória do movimento brasileiro contra o tabagismo. (www.cigarro.med.br)


August 31, 2006
Editorial
While most of us thought the country was trying to curb smoking, and the rapacious habits of the tobacco companies, it turns out the industry has been sneakily making cigarettes more addictive.
Evidence of what looks like an increasingly desperate effort to hook new young smokers and prevent older ones from quitting has been uncovered by a Massachusetts law that forces tobacco companies to report test results showing how much nicotine is inhaled by typical smokers of their various brands.
This week, the Massachusetts Department of Public Health revealed that from 1998 through 2004, as public health campaigns were mounted to curb smoking, the manufacturers increased the amount of addictive nicotine delivered to the average smoker by 10 percent. Of 179 cigarette brands tested in 2004, an astonishing 166 brands fell into the state’s highest nicotine yield range, including 59 brands that the manufacturers had labeled “light” and 14 described as “ultra-light.” The three most popular brands chosen by young smokers — Marlboro,
This trend has escaped notice because the standard government test uses a smoking machine that fails to mimic real-life smoking. A manufacturer, for example, can design a cigarette that will score low in nicotine delivery to the machine by placing tiny ventilation holes in the filter to dilute the smoke. But in real life a smoker will often cover the vents with lips or fingers, thereby inhaling a higher dose of nicotine. When
It is stunning to discover how easily this rogue industry was able to increase public consumption of nicotine without anyone knowing about it until
31 de Agosto de 2006
Editorial
Enquanto a maior parte de nós pensava que o país estava tentando restringir o fumo e a avidez das companhias de tabaco, revela-se que a indústria tem covardemente criado cigarros mais adictivos (que geram mais dependência).
A evidência do que parece ser um esforço desesperado de fisgar novos jovens fumantes e prevenir o abandono dos mais velhos, foi descoberta por uma lei de Massachusetts que força as companhias de tabaco a informarem os resultados dos testes mostrando quanto de nicotina é inalado por fumantes comuns de várias de suas marcas.
Esta semana, o Departamento de Saúde Pública de Massachusetts divulgou que de 1998 até 2004, enquanto campanhas de saúde pública eram criadas para restringir o fumo, os fabricantes aumentaram a quantidade da adictiva nicotina liberada para o fumante médio em torno de 10 por cento. De 179 marcas testadas em 2004, um assombroso número de 166 marcas enquadrou-se facilmente na classe dos de mais alta dose de nicotina do estado, incluindo 59 marcas que os fabricantes tinham rotulado como “light” e 14 descritas como “ultra-light”. As três marcas mais populares escolhidas por jovens fumantes _ Marlboro, Newport e Camel _ todas liberaram significativamente mais nicotina do que em anos atrás. Potencialmente todas as marcas liberaram uma dose de nicotina elevada o suficiente para causar dependência pesada.
Esta tendência não foi percebida porque o teste padrão dos órgãos governamentais usa uma máquina de fumar que falha ao imitar um fumante de carne e osso. Um fabricante, por exemplo, pode projetar um cigarro que vai marcar um score baixo para liberação de nicotina para a máquina colocando pequenos buracos de ventilação no filtro para diluir a fumaça. Mas na vida real, um fumante irá cobrir estes orifícios com os dedos, com isto inalando uma dose mais alta de nicotina. Quando Massachusetts obrigou os fabricantes a usarem o que é considerado um método mais dentro da realidade, os níveis foram mais de duas vezes maiores do que aqueles encontrados nos testes padrão. A abordagem de Massachusetts pode não ser perfeita, mas é seguramente muito mais acurada do que o teste tradicional, que virtualmente todos os peritos independentes consideram deficiente.
É surpreendente descobrir quão facilmente esta indústria patife foi capaz de aumentar o consumo público de nicotina sem que qualquer um tomasse conhecimento, até que Massachusetts soprasse o apito. O relatório de Massachusetts confirma as conclusões de um juiz federal em Washington, que recentemente concluiu que as companhias de cigarros projetaram cigarros para produzirem leitura de baixos níveis de nicotina no teste padrão enquanto liberavam nicotina suficiente para criar e manter adicção (dependência). Já passou muito tempo para o Congresso obrigar esta indústria danosa e fraudulenta a ficar sob controle regulatório federal. Se as companhias tivessem que justificar à Food and Drug Administration (FDA) por que elas deveriam ser autorizadas a aumentar a nicotina inalada pelos fumantes, vocês podem apostar que elas não iriam nem mesmo tentar.